A glowing three-dimensional cube floating in a dark void, each face labeled with a dimension of information security — confidentiality, integrity, availability — rendered in clean sans-serif type. The cube is semi-transparent, with interior geometric lines suggesting a grid structure. Dramatic rim lighting in blue and white. Isometric perspective. Futuristic technical illustration style, no decorative elements.
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O Cubo de McCumber: Um Modelo para a Segurança da Informação

Como um modelo de 1991 ainda orienta organizações a proteger tudo, de bancos de dados a sensores de IoT.

Em 1991, John McCumber propôs um modelo tridimensional que permanece um dos arcabouços mais claros para avaliar a postura de segurança de uma organização. Conhecido como o Cubo de McCumber, ele pede às equipes de segurança que considerem simultaneamente três dimensões que se sobrepõem: os princípios fundamentais de segurança, os estados em que os dados existem e as contramedidas disponíveis.

Os dados também existem em três estados distintos, cada um exigindo proteções diferentes. Dados em processamento estão sendo usados ativamente — por exemplo, um registro de banco de dados sendo atualizado. Dados em repouso vivem em discos rígidos, pen drives e armazenamento de estado sólido. Dados em trânsito viajam entre sistemas pela rede. Uma estratégia de segurança robusta precisa tratar dos três.

Os dados organizacionais tradicionais (registros transacionais, propriedade intelectual, demonstrações financeiras) sempre exigiram proteção. O surgimento da Internet das Coisas acrescentou uma camada exponencial de complexidade. A IoT conecta à internet sensores, softwares e equipamentos físicos, gerando fluxos vastos de dados armazenados na nuvem. Essa expansão do “Big Data” significa que o Cubo de McCumber se aplica a uma superfície de ataque muito maior e mais difusa do que seu criador poderia imaginar em 1991.

Nos vemos no próximo post 🙂